White Hat

 

Quando surgiram os primeiros filmes de cowboys do Oeste americano havia uma pequena contingência: eram a preto e branco.
Para mais facilmente se distinguirem os bons dos maus da fita, davam-se chapéus brancos aos bons e pretos aos maus.
Vem isto a propósito porque na indústria de SEO actual perdura a dicotomia white hat e black hat.
Para Larry Page, co-fundador da Google, um desafio importante para os motores de busca reside no facto de as pessoas tentarem enganá-los.
Infelizmente, para os profissionais de SEO white hat existem os black hat, provocando danos na imagem duma indústria relativamente recente.

SEO White Hat

Exemplos de práticas de white hat

  • Se o site tem versões para impressão ou se publica artigos iguais em diversas páginas, considere usar arquivos robots.txt. Isso evitará que os motores de busca decidam qual a melhor versão para indexarem. 
  • Se se pensa reestruturar o site deverão ser usados redirecionamentos 301 («Redirect», «moved permanently». 
  • Se existem textos comuns em várias páginas (política de privacidade, copyright, etc.), deverão ser colocados numa página específica e substituídos por links para essa página. Também podem usar links canónicos.
  • Páginas cujo conteúdo é frequentemente renovado tendem a captar mais atenção do que páginas que não têm nada de novo.

SEO desempenhado com ética beneficia todos os intervenientes, a saber:

  1. Motores de busca. A criação de páginas optimizadas de forma ética facilita a tarefa de indexação de páginas relevantes e coerentes com o termo pesquisado.
  2. Utilizadores. Quando pesquisam por «Sócrates filósofo» recebem apenas resultados sobre o filósofo e não sobre o político ou programas comunitários.
  3. Donos dos sites. A filtragem de visitantes é facilitada, pois o site receberá apenas tráfego qualificado (ou seja, motivado para negociar) e não «pin-guins» que mais não fazem do que aumentar os contadores de visitas distorcendo a sua percepção de eficácia do site.

 

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